Princesa Diana



Diana: A "princesa do povo"

Diana Francês Spencer, Princesa de Gales, também conhecida por Lady Di, nasceu no Palácio de Althorp Hall, condado de Northampton, Inglaterra (Grã-Bretanha), a 1 de Julho de 1961.
É a terceira filha do oitavo Conde Spencer, Edward John Spencer, falecido em 24 de Março de 1992, e de Francês Ruth Burke Rocha. Nesse mesmo ano, a mãe casou-se com Peter Shand-Kydd.

Foi educada na residência do seu pai, conhecida por Park Farm, próximo dos bosques do Palácio Real de Sandringham, e na residência da família em Althop, arredores de Northampton.
Estudou na escola feminina de Riddlesworth, em Diss, condado de Norfolk, e no colégio de West Heath, em Sevenoaks, condado de Kent.
Residiu no bairro londrino de Kensington, onde trabalhou no jardim de infância de Pimlico, bairro de Chelsea.
Conheceu o Príncipe Charles em 1965 no Palácio de Sandringham, mas o namoro começou quando comemorou os seus 19 anos, no palácio de Balmoral.
Em 24 de Fevereiro de 1981, foi anunciada oficialmente a data do casamento com o Príncipe Charles, realizado na catedral de São Paulo, em Londres, no dia 29 de Julho de 1981.
A Princesa foi a primeira mulher inglesa a contrair matrimônio com o herdeiro do trono britânico nos últimos 300 anos, quando Lady Anne Hyde se casou com aquele que viria a ser o rei James II, de quem ela descende.
Lady Di deu à luz o seu primeiro filho em 21 de Junho de 1982, que foi batizado com os nomes de William Arthur Phillip Luiz, segundo na linha de sucessão ao trono britânico, após o seu pai Charles.
O seu segundo filho nasceu em 15 de Setembro de 1984 e foi batizado com os nomes de Harry Charles Albert David.
Nas suas tarefas quotidianas, a Princesa ocupou-se de temas relacionados com os deficientes, a infância, a SIDA, o ballet e a música. Patrocinou e presidiu a várias organizações de beneficência, entre elas a Welsh National Opera, o Swansea Festival of Music and Arts, a Royal School for the Blind e British Deaf Association.
O início da sua crise matrimonial ocorreu, segundo alguns biógrafos, após o nascimento do seu segundo filho, enquanto para outros foi em 1986 ou 1987, quando esteve em Maiorca.
Em Novembro de 1989, quando o casal parecia ter superado uma importante crise, apareceram publicadas umas fotografias da Princesa com um antigo amigo, o que marcou um novo distanciamento que originou viagens oficiais separadas.
Em Junho de 1992, o jornal "Daily Mail" publicou que Lady Di tentou suicidar-se em 1987 ao ingerir uma overdose de paracetamol. Mais tarde ficou a saber-se que o número de tentativas fora cinco.
Coincidindo com esta notícia, foram editados dois livros biográficos: "Diana, sua verdadeira história", de Andrew Morton e "Diana, uma princesa e seu complicado matrimônio", do jornalista Nicholas Davies, nos quais o príncipe Charles aparece como um mau marido e pai e mais voltado para a sua amiga - e amante - Camila Parker Bowles que para a sua mulher.
O desenlace desta situação ocorreu em 9 de Dezembro de 1992, quando o primeiro-ministro britânico, John Major, anunciou oficialmente na Câmara dos Comuns a separação do casal "de forma amigável".
Em 1994, um livro da jornalista Anna Pasternak divulgou, pela primeira vez, que Diana manteve uma relação amorosa com o oficial de cavalaria James Hewitt.
Mais tarde, em Agosto de 1995, a princesa é relacionada com outro homem pela imprensa britânica, o antigo capitão da seleção inglesa de rugby Will Carling.
Em Novembro do mesmo ano, Diana concede uma polêmica entrevista ao programa "Panorama" da BBC, em que reconhece o seu adultério com Hewitt e põe em dúvida a capacidade do príncipe Charles em assumir a responsabilidade da Coroa.
Após a entrevista, Elisabeth II decidiu enviar uma carta aos príncipes de Gales em que lhes aconselhou o divorcio, proposta que Diana aceitou em 28 de Fevereiro de 1996. Desde essa data, os seus advogados levaram e cabo árduas negociações para determinar as condições da separação.
Em 12 de Julho, o palácio de Buckingham anunciou o acordo para o divórcio, que se tornou definitivo em 28 de Agosto de 1996.
O acordo estabeleceu que a princesa receberia uma compensação econômica de 17 milhões de libras e poderia manter a sua residência no palácio londrino de Kensington, na condição de renunciar ao titulo de Alteza Real.
Diana conservou o titulo de princesa e foi-lhe dado o pleno acesso aos seus filhos, William e Harry.
Em Novembro de 1995 o diário "Sunday Mirror" publicou que Diana estava enamorada de um cardiologista paquistanês residente em Londres chamado Hasnat Khan e em 1996 a imprensa referiu que Lady Di poderia ter um romance com o milionário solteiro Christopher Whalley, 40 anos.

Em 7 de Agosto deste ano, Mariano Brenna, "paparazzi" conseguiu uma fotos que mostraram o romance entre Lady Di e o multimilionário egípcio Dodi Al Fayed.
Desde então rebentou a polêmica sobre a nacionalidade do seu noivo, o seu interesse em conseguir a nacionalidade britânica e os possíveis problemas econômicos de Dodi.
O escândalo ganhou outras proporções quando Kelly Fisher, modelo, denunciou Al Fayed por ruptura de compromisso matrimonial.
Diana Spencer foi galardoada com o premio norte-americano "humanitário do ano" em 1995 da United Cerebral Palsy Association. Este premio foi compartilhado com Hillary Clinton, Henry Kissinger e o general Colin Powell.
Na última entrevista que Diana concedeu ao vespertino francês "Le Monde", a Princesa Diana qualificou de "desesperante" o anterior governo britânico, de "ferozes" os "media" e teceu comentários ácidos a respeito da família real britânica".
As críticas feitas pelo executivo do conservador John Major a propósito da visita de Diana a Angola, no princípio deste ano, "arruinaram" - queixou-se a princesa - os esforços que naquele país africano ela desenvolveu para chamar a atenção para a sua campanha a favor da eliminação das minas terrestres.
Diana "vergastou" também os "media", que acusou de tentarem apenas descortinar "falhas" no seu comportamento e no trabalho que vem desenvolvendo para ajudar as crianças pobres e as vítimas da SIDA e para conseguir que deixem de ser utilizadas as minas anti-pessoais.
"A imprensa é feroz. Não perdoa nada e apenas procura detectar erros. Todas as ações são distorcidas, todos os gestos criticados", acusou.
"Penso que no estrangeiro é diferente", comparou. "Sou recebida com gentileza. Na Grã-Bretanha é o contrário. Penso que, no meu lugar, qualquer pessoa no seu juízo se teria ido embora há muito. Mas eu não posso. Tenho os meus filhos".
A entrevista suscitou imediatas reações na Grã-Bretanha, com um dos visados, o Partido Conservador, a vir a terreiro para acusar a princesa de violar o código real que a constrange a demarcar-se dos assuntos políticos.
De sinal diferente foi a reação do Partido Trabalhista, no poder, elogiado na entrevista pela princesa, que se afirmou convencida de que o atual governo levará a cabo um trabalho "formidável" no tocante à proibição das minas anti-pessoais.
"Estou muito satisfeito por a princesa reconhecer que o governo trabalhista partilha a sua preocupação e já obteve substanciais progressos no caminho para a completa retirada britânica da produção e comércio de minas anti-pessoais", declarou o chefe da diplomacia do governo de Tony Blair, Robin Cook.

A Tragédia....

Lady Diana, 36 anos, e o multimilionário egípcio Dodi Al Fayed, 42, foram vitimas de um acidente de viação, quando o Mercedes em que seguiam, a alta velocidade e perseguido por vários fotógrafos independentes, embateu contra a parede do túnel de Alma, em Paris.
O motorista do veículo, um funcionário do hotel Ritz morreu também e um guarda-costas ficou gravemente ferido.
Dodi Al Fayed teve morte instantânea. Lady Di morreu às 04:00 locais, devido a hemorragia pulmonar no hospital da Pitiè-Salpetrière, para onde foi transportada.
Perseguido por fotógrafos que circulavam em motos, o carro chocou violentamente contra um dos pilares do túnel de Alma, capotando contra um muro antes de se imobilizar no meio da via.
A Princesa Diana foi transportada para o hospital. De madrugada foi anunciado que a princesa estava "em estado grave". Tinha sofrido um traumatismo craniano, uma fratura num braço e ferimentos numa perna.
O ministro do Interior francês, Jean-Pierre Chevènement, o prefeito da Polícia de Paris, Philippe Massoni, o embaixador da Grã-Bretanha em França, Sir Michael Jay, e o cônsul geral da Grã-bretanha em Paris deslocaram-se ao hospital.
A morte da Princesa de Gales foi anunciada pelo médico Bruno Riou, do serviço de reanimação, na presença do ministro do Interior.
Dodi e Diana, que tinham chegado sábado à tarde a Paris, foram sempre perseguidos por fotógrafos. O casal parou no Hotel Ritz, um dos mais celebres palácios parisienses e propriedade de Mohamed Al Fayed, pai de Dodi, onde mudaram de carro para um modelo mais potente.
Seguindo a grande velocidade para o 16º bairro da capital francesa onde Dodi tinha um hotel particular, o casal sofreu então um acidente no túnel.
Sete fotógrafos presentes na altura do acidente foram detidos e interrogados na esquadra da polícia. Um deles chegou a ser espancado por testemunhas do acidente, mas nenhum dos que perseguiam a princesa ficou ferido.
Segundo as mesmas fontes, nenhuma moto esteve implicada no acidente e só o Mercedes que seguia a grande velocidade ficou destruído depois de ter capotado várias vezes. O choque foi tão violento que o radiador do veículo ficou colado ao joelho do passageiro que seguia no banco da frente.
Segundo testemunhas, os fotógrafos que perseguiam o casal tiraram fotografias do acidente à chegada dos primeiros socorros.
Patrick Riou, diretor da Polícia Judiciária, deslocou-se pessoalmente ao local. O inquérito foi confiado à brigada criminal dirigida pelo comissário Martine Monteil, que se deslocou também ao túnel onde ocorreu o acidente.
As investigações da policia sobre as causas do acidente demoraram várias horas notando-se a preocupação dos agentes em apurar como tudo aconteceu.
Os polícias retiraram os destroços da viaturas às 04:30 locais (03:30 de Lisboa) e foi sob os "flashes" dos fotógrafos e projetores de câmaras de filmar que esta foi içada e colocada nas traseiras de um caminhão da polícia.
Os bombeiros tiveram que serrar o tejadilho do automóvel para poderem retirar as vítimas.
Em Londres, o porta-voz do Buckingham Palace declarou que "era um acidente previsível". Michael Gibbons reafirmou a cólera do palácio contra os fotógrafos que perseguem a Família Real por todo o mundo.
O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, declarou-se "chocado e entristecido" pelo que considera como "uma terrível tragédia".
Por seu turno, o chefe do governo francês, Lionel Jospin, declarou em La Rochelle, sudoeste de França, que estava "profundamente emocionado por esta trágica notícia" e que regressava a Paris para se curvar perante os restos mortais da princesa.
Os príncipes William e Harry foram informados da morte da mãe pelo pai, o Príncipe de Gales, no castelo de Balmoral, Escócia, onde a Família Real passa tradicionalmente as férias de Verão.
A notícia sobre a morte de Diana foi dada à Família Real pelo embaixador francês na Grã-Bretanha, que telefonou à secretária pessoal da rainha, para Balmoral.
O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, disse em comunicado: "Estou profundamente chocado. Todo o país, todos nós estamos em estado de choque e de luto".
A rainha de Inglaterra e o príncipe Charles fizeram saber em comunicado que estavam "profundamente comovidos e perturbados" pela morte de Lady Di, menos de uma hora após o anúncio da sua morte.
A BBC, ao divulgar o comunicado, apresentou a bandeira inglesa a meia haste, enquanto se ouvia o hino nacional.


Primeiras reações à morte da Princesa

A morte da princesa Diana e de Dodi Al Fayed provocou a consternação em todo o Mundo, sendo largo o número de mensagens de condolências endereçadas à Família Real.
Entre elas encontram-se as dos presidentes norte-americano, Bill Clinton, francês, Jacques Chirac, e português, Jorge Sampaio, e muitos outros Chefes de Estado mundiais e personalidade famosas, que declararam estar profundamente tristes.

Em Londres, as bandeiras foram colocadas a meia haste, a BBC suspendeu os seus programas habituais e a população tem vindo a deslocar-se ao Kensington Palace, residência de Diana, para prestar a sua última homenagem, colocando flores junto aos muros.
• O príncipe Charles e o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, se deslocaram a Paris para prestar a primeira homenagem à Princesa de Gales.
• O primeiro-ministro francês, Lionel Jospin, prestou domingo homenagem frente aos restos mortais da princesa Diana no hospital parisiense Pitié-Salpétrière.
• "Com a morte trágica da Princesa Diana extingue-se uma luz" disse a antiga primeira-ministra britânica Margaret Thatcher num comunicado divulgado em Londres. "Neste instante penso sobretudo nos seus filhos que perderam uma mãe maravilhosa".
• A morte da Princesa Diana é uma perda terrível para todos os que sofrem no mundo, declarou, em Islamabad, Imran Khan, antigo campeão paquistanês de cricket e amigo da princesa.
• O presidente da Comissão Européia, Jacques Santer, enviou uma mensagem de condolências à família real britânica pela morte de Diana, em nome do executivo comunitário. "A trágica morte de Diana, Princesa de Gales, deixou uma profunda tristeza na Comissão Européia. Enviamos a nossa mais profunda mensagem de simpatia a sua majestade a rainha, à família, amigos e todo o povo britânico". "Permanecerá sempre na nossa memória a sua grande humanidade e compaixão pelos desfavorecidos".
• O Presidente da República Federal da Alemanha, Roman Herzog, enviou um telegrama de pêsames à rainha Elisabeth II. Diana "conquistou o coração de muitos alemães, pelo seu carisma pessoal, valor e sobretudo a sua impressionante dedicação a diversas causas humanitárias".
• Também o primeiro-ministro italiano, Romano Prodi, manifestou o seu pesar ao seu homólogo britânico, Tony Blair, após a morte da Princesa de Gales.
• A mulher do Presidente francês, Bernadette Chirac, deslocou-se ao hospital Pitié-Salpetrière onde se curvou perante os restos mortais de Diana.
• O presidente da confederação helvética, Arnold Keller, sublinhou a "tristeza e consternação do governo e do povo suíços" ao tomar conhecimento da morte de Diana.
• Os primeiros-ministros israelita, Benjamin Netanyahu, paquistanês, Nawaz Sharif, e o neo-zelandês, Jim Bolger, manifestaram-se "profundamente chocados" pela "perda imensa" da família real britânica.
• O rei do Camboja, Norodom Sihanouk, o governo do Nepal e o presidente das Filipinas, Fidel Ramos, sublinharam o choque e enviaram as suas condolências ao povo e família real britânicos.
• O ex-primeiro-ministro britânico John Major manifestou a sua emoção e tristeza pela trágica morte de Diana, bem como o atual líder conservador William Hague e Paddy Ashdown, líder do Partido Liberal Democrata.
• Também a Madre Teresa apresentou as suas condolências pela morte da princesa, tal como o chefe do governo da Austrália.
• A rainha Beatriz da Holanda e o primeiro-ministro holandês, Wim Kok, afirmaram ter ficado profundamente chocados ao tomar conhecimento da morte da princesa de Gales
• O Arcebispo de Cantuária, líder da Igreja Anglicana, George Carey, descreveu a "angústia" sentida pela morte de Diana.
• As casas reais da Suécia, Noruega e Espanha lamentaram a morte da Princesa Diana, mostrando-se "chocados" e "consternados" com o acontecimento, que a família real dinamarquesa se recusou a comentar.
• No Luxemburgo, o grão-duque Jean e a grã-duquesa Joséphine-Charlotte enviaram mensagens de simpatia à família real britânica, nas quais se mostraram "muito chocados" com a morte de Diana.
• Na África do Sul, o presidente Nelson Mandela manifestou a sua "comoção e profunda tristeza" pela morte de Diana, numa mensagem de pêsames que enviou à rainha Elisabeth II, na qual recordou a última visita da princesa àquele país, no ano passado, "onde mostrou um admirável e ardente desejo de ajudar as crianças doentes".
• O presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Cornélio Sommaruga, prestou também homenagem a Diana pela sua campanha contra o uso de minas anti-pessoais e manifestou condolências pela sua morte.
• Em nome do governo austríaco, o chanceler Viktor Klima enviou as suas condolências à família real britânica, manifestando a sua "profunda consternação" pelo ocorrido.
• O chanceler alemão, Helmut Kohl, considerou que Diana foi "vitima de uma concorrência cada dia mais brutal e desnudado de escrúpulos existente em determinados media", acrescentando que o acidente que vitimou a princesa "deveria enfim dar matéria de reflexão aos responsáveis".
• Também o primeiro-ministro belga, Jean-Luc Dehaene, mostrou-se "fortemente chocado" pela morte de Diana, sublinhando o importante papel desempenhado no plano humanitário, e enviou as condolências ao seu homólogo britânico, Tony Blair.
• Na República Checa, o presidente Vaclav Havel mostrou-se "profundamente consternado" ao saber da trágica morte de Diana, a quem conhecia pessoalmente, tendo declarado que a princesa "era toda humanidade e tinha compreensão pelos necessitados e crianças enfermas".
• O presidente cipriota, Glafcos Clerides, manifestou "profundo pesar" pela morte da princesa de Gales, num telegrama que enviou à rainha de Inglaterra.
• O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, manifestou-se "profundamente chocado e desolado" pela notícia da morte da princesa Diana.
• Os reis da Bélgica, Alberto e Paola, enviaram um telegrama de condolências à família real inglesa pelo falecimento da princesa Diana de Gales.
• Também o presidente Boris Ieltsin disse estar "perturbado" pela morte da princesa, salientando as ações humanitárias desenvolvidas na Rússia.
• Entretanto, a Duquesa de York, Sarah Ferguson, quando teve conhecimento da morte de Diana, afirmou ter perdido uma irmã, alguém a quem sempre tinha considerado como uma irmã e uma grande amiga. "Não tenho palavras para descrever a dor do meu coração. O mundo perdeu a mais veemente das pessoas humanitárias e alguém especial, cuja presença nunca poderá ser substituída".
• O Chefe Executivo de Hong Kong, Tung Chee-hwa, manifestou-se "profundamente chocado e triste" com a morte da Princesa Diana, que deveria visitar a ex-colónia britânica em 25 de Setembro.


O
DEPOIMENTO de Earl Spencer, irmão de Diana, em relação à tragédia

A CANÇÃO feita por Elton John em homenagem à Princesa Diana


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